Mossoró: Comerciantes reclamam de projeto de parada de ônibus

Os moradores e comerciantes da avenida Presidente Dutra, nas proximidades da igreja do Alto de São Manoel, estão preocupados com um projeto de parada de ônibus na localidade. Francisco Nolasco é comerciante da região e explica que nos últimos dias alguns técnicos da Prefeitura Municipal de Mossoró (PMM) estiveram no local para realizar medições.
“Perguntamos aos técnicos, e eles disseram que se tratava de um projeto de parada de ônibus para o local. O grande problema é que os locais que foram marcados diminuem as nossas calçadas. Além disso, também tira o orelhão da esquina e as árvores que ficam nas calçadas. Eu sou comerciante e estou muito preocupado com a falta de estacionamento para os clientes e fornecedores”, explica o comerciante.
O comerciante Paulo Renato também está preocupado com a falta de estacionamento no local. “Mossoró já enfrenta um grande problema com a falta de estacionamento. Nós que somos comerciantes precisamos disponibilizar tanto para os clientes quanto para os fornecedores. Não somos contrários à parada, mas solicitamos que ela seja feita em outro local”, destaca Paulo Renato.
O morador José Evaristo Costa acha um absurdo a retirada das árvores das calçadas. “Vão deixar as calçadas somente com 2,20 metros. Já faltam árvores e ainda tiram as que ainda existem”, explica. Pela falta de informações, já que não foram comunicados, os comerciantes e moradores irão se reunir com o subsecretário de Trânsito, Marlos Ciarlini.
Segundo o subsecretário, o projeto ainda está sendo elaborado e as medições estão sendo feitas para fechar o plano. “O projeto é de uma parada de ônibus para abrigar de dois a três veículos. É uma demanda dos usuários que reclamavam da falta de estrutura da antiga parada. Além do conforto para os usuários, a parada também irá desafogar o trânsito do local”.
O subsecretário afirma desconhecer as reclamações dos moradores e comerciantes. “Eu desconheço essa questão da ocupação das calçadas e retirada das árvores, mas o projeto ainda está sendo fechado e vamos ver o que pode ser feito”, esclarece Marlos Ciarlini.

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