SEST SENAT tem potencial para ampliar ações de formação profissional

Foto: Divulgação
Trabalhadores precisam estar preparados para lidar com os desafios do mercado de trabalho e com as novas tecnologias e as mudanças que surgem em velocidade exponencial e impactam de forma significativa o mercado produtivo. O SEST SENAT tem papel estratégico no processo de formação dos profissionais que atuam no setor de transporte. Com 25 anos de atuação, a instituição acredita que tem potencial para assumir um protagonismo ainda maior nas ações de desenvolvimento profissional em todo o país.

No documento “O Transporte Move o Brasil – Propostas da CNT aos Candidatos”, elaborado pela Confederação Nacional do Transporte, em parceria com a instituição, o SEST SENAT reivindica a autorização para formar motoristas que desejam mudar de categoria de habilitação para tornarem-se profissionais. Atualmente, apenas os CFCs (Centros de Formação de Condutores) têm a competência para a realização do processo de formação, o que torna a mudança de categoria cara e, em alguns casos, inacessível. Isso acaba inviabilizando a entrada de novos condutores no mercado de trabalho.
Com a permissão, o SEST SENAT poderá realizar um amplo processo de formação de motoristas, em ambientes reais, simulados e em aulas práticas que serão complementadas por meio de cursos de qualificação e especialização voltados às verdadeiras necessidades dos transportadores. “Queremos que o trabalhador ingresse de forma facilitada na atividade remunerada de motorista profissional, o que vai suprir a demanda de mão de obra qualificada e incrementar o desenvolvimento da economia do país”, acredita a diretora-executiva nacional da instituição, Nicole Goulart. 
O SEST SENAT também considera imperativo o investimento em ações adequadas de formação de condutores de veículos automotivos e elétricos, em especial quando se trata de motoristas profissionais. Outra demanda é a autorização da Marinha do Brasil para que a instituição forme trabalhadores do setor aquaviário em suas unidades.
Evie Gonçalves
Agência CNT de Notícias

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