Secretária de Transportes da capital paulista afirma que não há previsão de aumento da tarifa de ônibus

Secretária de Transportes da capital paulista afirma que não há previsão de aumento da tarifa de ônibus

Do Diário do Transporte
Foto: Adamo Bazani

Afirmação foi feita por Elisabete França durante reunião do Conselho Municipal de Transporte e Trânsito

A secretária de Transportes da cidade de São Paulo, Elisabete França, afirmou que “não há previsão de aumento da tarifa” na capital. O último reajuste da tarifa do transporte coletivo ocorreu em janeiro de 2020, quando o valor subiu de R$ 4,30 para R$ 4,40.

A afirmação foi feita pela secretária durante uma reunião do Conselho Municipal de Transporte e Trânsito, após questionamento do Diário do Transporte sobre o tema.

O encontro virtual foi realizado pela SMT (Secretaria Municipal de Mobilidade e Transportes) na tarde desta terça-feira, 29 de dezembro de 2020.

O objetivo da reunião foi apresentar informações sobre receitas, custos e subsídios do sistema de transporte público por ônibus da cidade de São Paulo.

A reunião começou a ser feita na última semana, mas foi interrompida pela ação de um suposto hacker. Na ocasião, foram apresentados alguns dados sobre o sistema de transporte coletivo.

OUTRAS FONTES DE RECEITA
O coordenador de mobilidade do Idec (Instituto de Defesa do Consumidor), Rafael Calabria, esteve presente na reunião e reforçou a importância de a Prefeitura discutir outras fontes de receita para o transporte da capital paulista.

“Na discussão eles apontaram que a crise da pandemia e a necessidade de manter a tarifa baixa forçam a necessidade de debater outras fontes de financiamento dos transportes. O Idec entende que é uma proposta muito importante da Secretaria de Transportes pautar a discussão de outras fontes de receitas para o setor de transportes. Estas fontes são urgentes, o Brasil é muito atrasado neste tema, em comparação com outros países que tem Fundos mais organizados”, afirmou.

“O debate de fontes de receitas que pode se colocar é semelhante o que a prefeitura de Porto Alegre apresentou no começo do ano, ao propor reduzir a tarifa para R$ 2. Naquele momento o Idec apoiou e enviou contribuições à proposta de Porto Alegre”, disse também Calabria.

Redação UNIBUS RN

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