Aumento da oferta cicloviária em Natal motiva opção por bicicletas em deslocamentos, lazer e esporte

Da Prefeitura do Natal
Foto: Divulgação (STTU / Prefeitura do Natal)

Além de ser um motor incentivador para mais uma opção de deslocamento na cidade, o plano cicloviário elaborado e construído pela Prefeitura do Natal, por meio da Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana, está motivando as pessoas à prática de lazer e esporte.

É notável nos corredores viários das quatro regiões do município o aumento na quantidade de ciclistas. Hoje importantes corredores viários como a Prudente de Morais, Omar O,Grady, Hermes da Fonseca, Roberto Freire, Itapetinga, Bom Fim, Campus Universitário e Duque de Caxias, entre outros, contam com a presença de ciclistas oriundos dos quatro cantos da cidade. O crescimento desta oferta tem levado Natal para a lista de cidades que valorizam o pedal.

O secretário da STTU, Paulo César Medeiros destaca a importância do plano cicloviário como opção de deslocamento, prática esportiva e também de lazer. “Além de opção de deslocamento, a iniciativa trata-se de mais um programa de gestão do prefeito Álvaro Dias voltado para saúde física e mental das pessoas, beneficiando famílias inteiras.”

Atualmente, Natal conta 19,25 km de ciclovias, 23,40 km de ciclofaixas, 22,85 km de faixas compartilhadas com ônibus e 13,95 km de faixas compartilhadas com pedestres, além de 4,02 km de ciclorrotas – gerando ao todo mais de 83,47 km de estrutura cicloviária distribuídas pela cidade.

Além da implantação da sinalização, a STTU cuida da segurança dos ciclistas no trajeto, desenvolvendo permanentemente ações educativas e de fiscalização nos corredores viários. Outras iniciativas realizadas em parceria com a ACIRN (Associação de Ciclistas do Rio Grande do Norte) e Bike Anjos também orientam os ciclistas sobre a forma mais correta de guiar uma bicicleta no trânsito.

O planejamento cicloviário de Natal pretende elevar essa capacidade para mais de 150 km nos próximos anos. De acordo com o gestor da STTU, Paulo César Medeiros, “esse é um movimento que a cidade deve seguir focado na mobilidade ativa e sustentável.”

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